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Malafaia rejeita acusação de Helena Raquel a evangélicosPastor destacou que a maioria dos pastores não acoberta crimes

8 de maio de 2026

O pastor Silas Malafaia se pronunciou nas redes sociais sobre a repercussão de uma pregação da pastora Helena Raquel durante o Gideões Missionários da Última Hora. A mensagem da pregadora ganhou ampla circulação na internet após defender que mulheres vítimas de violência e abuso não permaneçam em silêncio dentro das igrejas.

As declarações feitas no evento provocaram debates entre líderes evangélicos, influenciadores cristãos e membros de diferentes denominações sobre acolhimento pastoral, denúncias e responsabilidade da igreja diante de casos de violência doméstica e abuso sexual.

Sem mencionar Helena Raquel diretamente em parte do vídeo publicado, Malafaia criticou o que chamou de “acusações genéricas” contra igrejas evangélicas e pastores em relação ao tratamento dado a crimes de violência e abuso.

“Que conversa fiada é essa de que nós na igreja evangélica estamos protegendo pedófilos ou homens que cometem violência contra as mulheres?”, afirmou o pastor. “Eu não aceito acusações genéricas contra a igreja e pastores, de pesquisa de esquerdopatas e gente que nos odeia. Eu não aceito”.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo também divulgou um trecho de uma reunião realizada em 9 de março de 2026 com mais de mil obreiros. Segundo ele, o encontro teve o objetivo de orientar pastores sobre procedimentos diante de casos de pedofilia e agressão contra mulheres dentro das igrejas.

“Senhores pastores, há um olho grande na igreja. Então, os senhores não brinquem com negócio de pedofilia, de violência contra a criança, violência contra a mulher”, declarou na ocasião.

Ao comentar situações de abuso sexual infantil, Malafaia afirmou que denúncias devem ser encaminhadas imediatamente às autoridades policiais. “Foi meu marido pego abusando do meu filho de 3 anos? Ele vai ser excluído e a senhora vai lá na delegacia. Não tenta botar pano quente nisso aí não”, disse.

Sobre violência doméstica, o pastor também defendeu que as vítimas procurem as autoridades competentes. “Ah, o marido tá espancando a mulher. O que que eu faço? Vai na delegacia”, afirmou.

Malafaia declarou ainda que qualquer pastor ou membro que tente encobrir crimes dessa natureza está agindo de forma errada. “Se tem algum pastor encobrindo pecado de pastor que é pedófilo ou que encobre violência, tá errado. Se tá cobrindo membros que cometem isso, tá errado. Tem que ser denunciado”, afirmou.

Durante o pronunciamento, o pastor também destacou o papel da igreja evangélica na transformação de vidas e famílias. Segundo ele, muitos homens chegam às igrejas envolvidos com violência, vícios e desestrutura familiar, mas acabam mudando de comportamento após a conversão cristã.

“Uma marca da igreja evangélica tem centenas e centenas de milhares de testemunhos disso que eu vou falar. Homens que chegam na igreja violentos, perversos, beberrões, vagabundos, que ao serem transformados pelo poder do evangelho passam a ser homens de bem, que cuidam da família, que tratam bem a esposa”, declarou.

O líder da ADVEC também afirmou que crimes como pedofilia e agressão contra mulheres não estão restritos ao ambiente religioso. “Pedofilia e espancamento de mulher, desde que o pecado entrou no mundo, o pecado tá aí. Tá em tudo que é lugar. Jornalistas, membros do poder judiciário, legislativo, executivo, pastores, padres e vai por aí afora”, disse.

Em outro trecho, Malafaia declarou enxergar uma tentativa de criar preconceito contra igrejas evangélicas e líderes cristãos. “O jogo é colocar um bloqueio, um preconceito na sociedade contra pastores e a igreja evangélica. Essa é a verdade. A coisa é mais profunda do que vocês possam imaginar nesse jogo para nos denegrir”, afirmou.

A fala de Helena Raquel que motivou a resposta do pastor ganhou repercussão após a divulgação de vídeos do Gideões Missionários nas redes sociais. Durante a ministração, a pregadora incentivou mulheres vítimas de violência doméstica, abuso psicológico e opressão a denunciarem as situações enfrentadas.

Ela também criticou posturas de líderes religiosos que, segundo relatou, orientam mulheres apenas a “orar e suportar” diante do sofrimento dentro do casamento.

As declarações receberam apoio de parte do público presente e ampliaram as discussões entre evangélicos sobre acolhimento pastoral e denúncias de violência familiar. Ao mesmo tempo, líderes e setores mais conservadores criticaram possíveis generalizações envolvendo igrejas evangélicas.

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