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Polícia do Reino Unido retira acusações contra pastor

18 de maio de 2026

A polícia do Reino Unido encerrou a investigação contra o pastor evangélico Dia Moodley, preso no ano passado enquanto pregava nas ruas de Bristol, após uma denúncia de suposto crime de ódio. O caso havia se arrastado por mais de quatro meses e, segundo a defesa, acabou restringindo publicamente a atuação do líder cristão.

De acordo com a equipe jurídica da Alliance Defending Freedom (ADF) International, a polícia de Avon e Somerset informou recentemente ao pastor, de 58 anos, que não adotará novas medidas relacionadas ao caso. Após a decisão, Dia Moodley afirmou que avalia, junto aos seus advogados, a possibilidade de processar as autoridades por violação de sua liberdade de expressão e por não investigarem ameaças que ele afirma ter recebido.

O pastor foi preso em novembro de 2025, em Broadmead, região central de Bristol, sob suspeita de “incitação ao ódio religioso” e infração da Lei de Ordem Pública de 1986, legislação britânica que criminaliza comportamentos considerados ameaçadores ou abusivos com potencial de estimular hostilidade religiosa ou racial.

Na ocasião, Moodley pregava contra a ideologia transgênero e fazia comparações entre o cristianismo e o islamismo. Durante a abordagem, uma pessoa tentou alcançar o fio de sua caixa de som e imagens registraram o momento em que o pastor a empurra antes da chegada da polícia.

Após a detenção, ele permaneceu oito horas em uma cela policial e foi liberado sob fiança, com a condição de não retornar ao centro de Bristol até o fim de dezembro de 2025. As restrições foram retiradas posteriormente, depois que o pastor contestou a medida junto às autoridades.

Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, Moodley afirmou que foi interrogado sobre o motivo de ter escolhido pregar em uma área onde sabia que haveria muçulmanos, além de ser questionado sobre suas críticas à ideologia trans.

Segundo o pastor, o episódio o levou a interromper temporariamente suas pregações públicas por receio de ser preso novamente. Ele só voltou a evangelizar nas ruas durante a Páscoa deste ano.

No dia 4 de abril, enquanto a investigação ainda estava em andamento, Moodley retornou a Broadmead para pregar sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Durante a mensagem, um homem muçulmano que discordava das comparações feitas pelo pastor entre Jesus e Maomé foi filmado fazendo ameaças diante das câmeras.

“Se você fizer isso de novo, mano, vamos mandar os policiais aí… alguém vai conversar com você”, declarou o homem no vídeo divulgado posteriormente.

Moodley informou ter denunciado o episódio à polícia de Avon e Somerset. Contudo, em 1º de maio, as autoridades responderam afirmando que a fala “não constituía crime” e alegaram falta de provas suficientes, apesar da gravação em vídeo. O pastor criticou a postura da corporação e acusou a polícia de adotar um “policiamento de duas classes”.

“Fui preso duas vezes por discursos legítimos, enquanto ameaças diretas contra mim sequer são investigadas”, afirmou, de acordo com o The Christian Post.

O advogado de defesa, Jeremiah Igunnubole, declarou em comunicado que o caso reflete um problema mais amplo relacionado à liberdade de expressão no Reino Unido. Ele defendeu mudanças legislativas e pediu que o Parlamento revise leis que, segundo ele, têm sido utilizadas para censurar discursos religiosos.

Essa foi a segunda vez que Moodley foi preso pela polícia de Avon e Somerset devido a suas pregações de rua. Em março de 2024, ele já havia sido detido em frente à Universidade de Bristol após discursar sobre islamismo e afirmar que o sexo é biologicamente binário. Na ocasião, o processo também acabou arquivado.

Segundo o pastor, em 2021 as autoridades chegaram a proibi-lo de comentar sobre outras religiões e de realizar sermões sem autorização prévia da polícia.

Moodley afirma que enfrenta uma campanha contínua de censura por causa de suas convicções religiosas. Em suas mensagens públicas, ele costuma descrever o cristianismo como “luz” e o islamismo como “trevas”, além de declarar que considera a Bíblia verdadeira e o Alcorão não verdadeiro.

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