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Presidente turco diz que luta de Israel contra terroristas é ‘ódio’

14 de abril de 2026

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, voltou a criticar Israel e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nos últimos dias. Durante discurso, ele comparou o líder israelense a Hitler e afirmou que ele está “cego de sangue e ódio”.

As declarações foram feitas durante a Conferência Internacional de Partidos Políticos da Ásia (ICAPP), realizada em Istambul no último fim de semana. Na ocasião, Erdoğan reiterou acusações de que Israel atua como uma entidade “genocida” e afirmou que a maioria das vítimas da guerra na Faixa de Gaza seriam mulheres e crianças.

Ele declarou que “a grande maioria dos mais de 72.000 civis brutalmente assassinados por Israel em Gaza eram mulheres e crianças”. O número citado tem como base estimativas do Ministério da Saúde de Gaza, que não diferencia civis de combatentes nem separa mortes diretamente causadas pelo conflito de outras causas.

Erdoğan também fez acusações relacionadas ao Líbano. Ele afirmou que, no dia de um cessar-fogo, Israel teria “assassinado brutalmente 254 libaneses” e declarou que o país “continua matando crianças inocentes, mulheres e civis, desconsiderando todos os valores humanos”.

O presidente turco ainda criticou medidas legislativas em Israel, afirmando que uma proposta de pena de morte para crimes de terrorismo seria aplicada apenas a prisioneiros palestinos. Ele classificou a medida como “apartheid” e questionou se haveria diferença entre essa política e ações adotadas durante o regime nazista.

As declarações ocorrem em meio a informações de que promotores turcos buscam penas que somariam milhares de anos de prisão contra autoridades israelenses, incluindo Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, por ações relacionadas a uma flotilha prevista para 2025.

Em resposta, Netanyahu se manifestou nas redes sociais. Ele afirmou que Israel continuará combatendo o que chamou de “regime terrorista do Irã e seus representantes” e criticou Erdoğan, dizendo que o líder turco tolera esses grupos e “massacrou seus próprios cidadãos curdos”.

No domingo, Erdoğan voltou a falar sobre o tema e elevou o tom das declarações. Ele afirmou que a Turquia poderia considerar um confronto militar com Israel, ao dizer que o país precisa ser forte para impedir ações contra os palestinos.

“Assim como entramos em Karabakh, assim como entramos na Líbia, faremos o mesmo com eles”, declarou, de acordo com o The Christian Post. Ele acrescentou que, segundo sua avaliação, não há impedimentos para uma ação desse tipo.

O ministro do Patrimônio de Israel, Amichai Eliyahu, também reagiu às declarações. Ele afirmou que a Turquia “ousa dar lições de moralidade” e criticou a atuação do país em regiões como Chipre e áreas de população curda.

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